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Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses

Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses , O que fazer no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses?


A chegada em Santo Amaro foi no final do dia. Assim que eu cheguei, o Sol já estava se despedindo e foi o tempo de dar aquela corridinha básica até a margem do rio para assistir um espetáculo inesquecível.



Ali, fiquei sentada na areia e hipnotizada pelo reflexo dos últimos raios solares nas águas do Rio Alegre.

Confesso que estava um pouco cansada também.. kkk.. então, foi ótimo para dar uma pausa e ficar na inércia total.


Nesse post "Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses", eu falarei como foi a minha visita. 


O que fazer em Santo Amaro?

Santo Amaro é um ponto estratégico para conhecer o melhor e maior pedaço do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, além disso, o lugar é muito mais tranquilo do que Barreirinhas e, à noite, todos se encontram na praça da igreja matriz para prosear, jantar e tomar sorvete de frutas típicas do nordeste.






Imperdível: experimentar os sorvetes da Casa do Picolé, que é um lugar simples, mas os donos são muito acolhedores. Sugiro que experimentem os dois sabores: bacuri e buriti.



Durante o dia, fazer os passeios para as piscinas naturais. Já falarei dos passeios e indicarei o contato logo em seguida.


Onde comer?


Para jantar, quase todas as pousadas oferecem refeição à noite e como, geralmente, não está incluso na diária, você fica livre para escolher onde jantar. As refeições são vendidas para hóspedes e transeuntes.

Há também dois restaurantes que têm preços mais em conta: o Sol de Amaro (na beira do rio) e o do Gordo (rua atrás da praça principal).

Se for no Sol de Amaro, aproveite para chegar mais cedo para assistir o pôr do sol, você não vai se arrepender. Dona Cida é a administradora do local e atende todos os seus clientes com muita atenção.






Para quem não liga para conforto e está buscando hospedagem em conta, a Dona Cida aluga quartos, com banheiro compartilhado.

Contato: (98) 3369-1282 ou (98) 8823-3709



Como visitar as piscinas naturais dos Lençóis Maranhenses?

Antes de mais nada, sempre é bom informar qual a melhor época para visitar o Parque Nacional: de Junho até Setembro, sendo que os meses de Julho e Agosto são considerados de alta temporada no local, devido as piscinas estarem cheias de água.

Eu fui em Setembro e encontrei algumas piscinas secando ou quase secas. Mas a formosura e beleza da dança do vento nas dunas e os raios solares brilhando e refletindo na areia continua a mesma.



Onde fechar os passeios?


As pousadas e alguns jipes particulares oferecem passeios, mas o preço mais em conta que encontrei foi com a Cooperativa de Santo Amaro.

Fiz uma pesquisa e me disseram que todos os motoristas e guias são credenciados, além de conhecerem bem os caminhos nas dunas. Sem contar que eles se preocupam com a satisfação do cliente (visitante) e caso houver algum descontentamento causado pela Cooperativa, o motorista pode ser até descredenciado.


Contato: (98) 98861-7358 (whatsapp)




Quanto tempo ficar em Santo Amaro?


Sugiro que fique, pelo menos, dois dias inteiros para aproveitar bem os passeios que são oferecidos pela Cooperativa.


Sugestão de passeios:


Dia 1: Betânia e Espigão (dia inteiro)

Esse passeio, pode ser realizado todo de jipe, ou parte dele, de jipe e parte, andando pelas dunas. No meu caso, eu fiz parte de jipe e parte andando pelas dunas e achei que valeu muito a pena. Mas antes de decidir o que fazer, precisa analisar a sua condição física e se pode ficar tanto tempo exposto ao sol.

O carro da Cooperativa te pega na pousada onde está hospedado(a) e circula Santo Amaro até pegar o último contratante do dia. Como fui já fora da alta estação, não havia tantos contratantes assim.. kkk.. ao todos éramos 3: eu e um casal de amigos que amei conhecê-los.



Para chegar no Parque Nacional, o jipe circula pelas dunas que ficam fora do parque e atravessa um rio também. Não há a mínima condição de realizar esse passeio com um carro que não seja 4x4. Até para atravessar o rio, precisa ter experiência para passar no caminho mais raso e não deixar o carro afundar.





Chegando ao Rio Grande, descemos do jipe e iniciamos a nossa caminhada a pé. Logo ali, já dava para tomar banho de rio, mas o grupo decidiu se banhar após a travessia nas dunas. 




O Sol estava escaldante e as paredes de algumas dunas são bem íngremes. Para nós 3, foi uma diversão do início ao fim, conversamos bastante e tiramos muitas fotos.






Pelo caminho, nós observamos algumas piscinas temporárias secas, que só ficam cheias na alta temporada mesmo. O que achei curioso foi que mesmo a água permanecendo nas dunas menores por pouco tempo, ela proporciona o crescimento de algas e plantas no fundo. 





Após a travessia, nos banhamos em um braço pequeno do rio Alegre para refrescar. Não esqueça de mergulhar a cabeça, pois ela fica bem quente, mesmo com o boné.





Para você entender o que seria o calor, imagina o seu corpo recebendo 2x a radiação solar? A direta, por cima, e a indireta, a que areia reflete.

O almoço foi no restaurante Cantinho da Felicidade, que pelo visto, deve ser o único no local. Assim que sentamos, outros jipes chegaram e de uma hora para outra, o restaurante ficou cheio. O pedido da comida é feito antes mesmo de iniciar o passeio. O guia já passa todos os pedidos pro restaurante para que ele possa estar preparado para servir o almoço para todo mundo.






A comida é bem caseira, sem nenhuma sofisticação, mas bem saborosa. O lugar é simples, as mesas ficam em uma varanda grande e aberta, que ventila bem. Há também um chuveiro para refrescar e redes para tirar um cochilo.

Só os que terminam o almoço cedo conseguem pegar as redes, porque não há um número suficiente para todos os que almoçam por ali.



Na volta, pegamos o jipe e paramos em um duna pouco conhecida: Duna Nova. Talvez o nome seja porque são aquelas piscinas temporárias e tivemos a sorte de pegá-la ainda com bastante água.





Pronto, para mim, já valeu todo o passeio. Ficamos literalmente morgando e boiando nas águas da Duna Nova e só quem conseguiu nos tirar de lá foi o sol.. kkk.. já estava quase indo embora e fizemos um deslocamento para uma duna perto da duna da Gaivota, fechando o passeio com chave de ouro.



Tem gente tão profissional que leva até cadeira de praia para aguardar o espetáculo. Nisso, eu posso garantir: é praticamente inviável sentar na duna.. kkkk... só se você quiser engolir alguns quilos de areia. Venta bastante e fica muita areia fina suspensa no ar.


Dia 2: Lagoa da Andorinha e Gaivota (1/2 dia)


A lagoa da Andorinha é uma das poucas lagoas que permaneceram cheias quando estive lá, em Setembro 2016. Na verdade, ela é quase uma lagoa perene e é o point do lugar. As famílias locais e vizinhos passam o dia na lagoa.

Os jipes ficam estacionados há uns 5 minutos da lagoa e você chega até ela a pé mesmo, bem rapidinho.





É uma das maiores em extensão, devido a isso, a profundidade não é tão grande. O ponto mais fundo dela bate na cintura de um adulto, a água não é cristalina como as menores (temporárias) devido uma maior concentração de plantas no fundo.


No início, fiquei muito na dúvida se valeria a pena ir até ela, por ser a mais conhecida da região, mas não me arrependi. A vibe no lugar é bem bacana, sem contar que em volta dela há um conjunto de pequenas piscinas.







No final do dia, com o pôr do sol já se destacando no horizonte, pegamos o jipe para assisti-lo na duna da Gaivota, que estava completamente seca. A piscina da Gaivota é bem conhecida nacionalmente onde foi rodado o filme Casa de Areia.





Cuidados importantes:

  • Levar dinheiro, porque a maioria dos pagamentos são feitos em dinheiro. Não há caixa eletrônico!
  • Ligar para marcar o passeio: na alta temporada, para garantir lugar no jipe, e na baixa, pode não ter pessoas suficientes para montar um grupo.
  • Levar repelente, protetor solar, roupas leves, boné e óculos escuros.
  • Se quiser, levar blusa com proteção solar.
  • Proteger a máquina profissional com capa, devido aos ventos e areia fina que poderá prejudicar a lente.

Aprenda a planejar a sua viagem e não esqueça de alguns detalhes fundamentais, como:

1- O Seguro Viagem: hoje em dia, não tem como viajar para o exterior sem o seguro viagem. Há diversos no mercado, por isso, eu sempre pesquiso pelo Seguros Promo

Você preenche o destino e a data da viagem e ele faz uma busca com as seguradoras do país,  informando o melhor preço. 



2- O aluguel do carro: outro item que a gente faz perder um tempão pesquisando. Hoje, eu faço a minha pesquisa através da Rent Cars, um site que compara aluguel de carro em mais de 100 locadoras do mundo. 

Sem contar que pode pagar em Real, evitando o pagamento do IOF.





Veja também:

Como chegar no Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses?


Onde se hospedar em Santo Amaro?














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Dani Turismo

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12 comments:

  1. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  2. Oie, que bom que gostou! Obrigada! :-)

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  3. Dani, adorei ler mais sobre os Lençois porque é um destino que estou querendo muito conhecer nesse ano. Só não vou conseguir ir na melhor época. Acha que vale a pena ir em outra época? Qual?

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    1. Oi Leo, tudo bom?
      Dizem que quando passa a melhor época (Junho a Agosto) ainda permanece algumas lagoas para visitação, como é o caso das mais profundas (que retem água por mais tempo). Eu vi algumas profundas já secas em Setembro, mas, talvez você possa visitar nos meses de Maio ou Setembro. As chuvas terminam em Maio e a seca começa em Setembro.

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  4. Você ficou apenas em Santo Amaro? Aconselha ficar em outras bases? Nunca fui para lá.

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    1. Olá, tudo bom?
      Eu escolhi Santo Amaro, pelo fato que ainda é considerado um lugar mais rústico e menos habitado. Mas, caso você goste de pousadas boutiques, pode ficar em Barreirinhas, onde há uma concentração maior de pousadas.

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  5. Um destino que eu quero muuuuito conhecer! Adorei as dicas do passeio. Achei bem interessante a opção de se hospedar em Santo Amaro e não em Barreirinhas, como é mais comum nos roteiros pela região.

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    1. Oi Lulu, tudo bom?
      Uma boa opção para quem quer fugir um pouco dos grandes grupos turísticos.

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  6. quero muito experimentar bacuri e buriti, ate agora so vi nos produtos da natura haueahe lencois maranhenses ta na lista, vou tentar visitar este ano

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    1. oi Angela, tudo bom?
      Você vai amar Lençóis Maranhenses. Fantástico experimentar frutas novas, que são da região.

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  7. Não conheço ninguém que não foi aos Lençóis e não gostou! Essa é uma viagem que está no topo da minha lista, na primeira oportunidade chego por lá!

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    1. Oi Rafa, tudo bom?
      É por aí! A natureza predomina o lugar e as lagoas, após a época das chuvas, ficam deslumbrantes.

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