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Pavilhão Japonês no Ibirapuera

Conheça o Pavilhão Japonês no Parque Ibirapuera e veja a programação anual da imigração japonesa em São Paulo.


Que tal um passeio agradável pelo Parque do Ibirapuera durante o seu tempo livre? Pode ser uma boa opção para exercitar o corpo e relaxar a mente. O parque tem uma grande importância para a cidade de São Paulo, sendo considerado o pulmão da selva de pedra.

O Ibirapuera possui uma área de 1.584.000m2, por isso, tem alguns portões de acessos de pedestres e veículos em funcionamento. Ao todo são 10 portões e cada um com sua especificação de horários de circulação. 

Um lugar pleno onde é moradia de animais de pequeno porte, além dos pássaros e borboletas, que são atraídos devido a preservação da flora local, com inúmeros espécies de árvores, constituindo um bosque lindo e heterogêneo. 

O que fazer no Ibirapuera?

Há tantas opções de lazer dentro do parque, começando pela pista de cooper e ciclofaixa, que são lugares mais disputados nos finais de semana e feriados. Você pode usufruir também do parque infantil, quadras poliesportivas, aparelhos de ginástica, campo de futebol, além de museus renomados como o MAM (Museu de Arte Moderna), o Auditório Ibirapuera, a Fundação Bienal, a OCA (projeto de Oscar Niemeyer), o Pavilhão das Culturas Japonesas e o Pavilhão Japonês.

Nesse post, eu falarei como foi a minha experiência no Pavilhão Japonês, um dos símbolos eternos da cultura japonesa em São Paulo e pouco divulgado pelas medias sociais. 

FOTO RAFA GUSHI DO BLOG SÃO PAULO DA GAROA

Você já visitou o Pavilhão Japonês no Ibirapuera?

Eu não sou de São Paulo, mas sempre quando visito a cidade, tento passar no parque para renovar as energias e, confesso, que nunca havia ouvido falar sobre um lugar no Ibirapuera, que fosse vinculado à imigração japonesa. Fui há pouco tempo e falarei mais das minhas impressões aqui.

Ele fica localizado bem próximo da ponte, onde a galera gosta de tirar foto do pôr do sol. O acesso seria pelo portão 10, próximo também ao Planetário, Museu Afro e Pavilhão das Culturas Brasileiras. Deixarei a localização via Google Maps abaixo.



O Pavilhão Japonês foi projetado e construído para que fosse o símbolo da amizade entre dois países (Brasil e Japão). O projeto executado pelo professor Sutemi Horiguchi priorizou materiais e técnicas (estilo Shoin) japonesas e teve como inspiração o Palácio Katsura, antiga residência de verão da Família Imperial em Kyoto.

Toda a estrutura edificada foi trazida do Japão, desmontada, em 1954. Além das madeiras modulares, vieram também as rochas vulcânicas dos jardins e a lama de Kyoto, dando textura às paredes. Houve toda uma preocupação de harmonizar as áreas internas com as externas, que são um prolongamento da edificação. 



Ele foi doado para a Prefeitura de são Paulo e desde 1955, a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social (o Bunkyo), através de um convênio com a Prefeitura de São Paulo, é a responsável pela administração, manutenção e divulgação de eventos no local. 




Para entrar, o visitante paga um valor simbólico para a manutenção do espaço, sendo que estudantes, crianças e idosos pagam meia. Assim que você entra, já percorre um caminho delineado pelo jardim, podendo admirar o reflexo da ponte na lâmina d'água do lago do Ibirapuera.



Algumas árvores possuem uma história, que é revelada através de placas registrando visitas ilustres  como, por exemplo, o pinheiro japonês, que foi plantado pelo imperador e imperatriz do Japão, durante a sua visita ao Brasil em 1967.



Perto do lago, há uma escultura em pedra, com um poema haiku (forma curta de poesia japonesa), de Nempuku Sato (1898-1979), que foi o mestre do haicai (a poesia japonesa da natureza e das estações) no Brasil. O haicai representou o estímulo ao aprendizado da língua e tradição literária japonesa, além da recuperação e conservação da identidade literária no Brasil.



O grupo de blogueiros foi recebido pelo sr Eduardo Goo Nakashima (secretário geral do Bunkyo) e o sr Claudio Kurita (presidente do Pavilhão Japonês), que nos apresentaram a infraestrutura do Pavilhão, que esté dividida em: salão nobre (onde era feita a cerimônia do chá), salão de exposição (um pequeno acervo permanente da arte japonesa), salas extras e um lago com mais de 300 carpas (símbolo de persistência japonesa).

FOTO RAFA GUSHI DO BLOG SÃO PAULO DA GAROA

Adorei a homenagem selando a amizade do Japão com o Brasil, plantando árvores típicas de cada país: o Ypê (Brasil) e a Cerejeira (Japão). Você imagina na primavera como esse jardim deve ficar? Uma plenitude de beleza pura e natural.



Um belo e escondido espaço da imigração japonesa no Ibirapuera, onde reina a paz em pleno caos da maior metrópole brasileira. Para quem tem afinidade com a cultura japonesa, vale a pena conferir a programação do Pavilhão Japonês, que promove atividades ao longo do ano: festivais, apresentações de danças, músicas e exposições culturais.



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Dani Turismo

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